Calendoscopiando a Alma!
"todo poema é uma aventura planificada" (C.L.)
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segunda-feira, 9 de abril de 2012
Aonde eu irei descansar a minha mente? freneticamente sinto que nada do que eu faço possue em si algum sentido. sinto que vivo mesmo no caos. Mas não seria mesmo isso? então porque reclamo tanto... se não há o que eu possa fazer agora, só me resta conviver com meus erros e não me culpar pelo que deu errado. Compreender que no fundo somos sós e precisamos viver essa condição incondicional... A vida te puxa e muitos outros que nunca souberam o que é lutar até o fim, porque desistiram no caminho, tentam te dizer que vc está errado. E a mim só resta seguir. é sempre assim. meu coração tah fechado e ao mesmo tempo quer tentar de novo... perder o medo cair de corpo e alma no precipicio....
Fico aqui pensando...
Desde que cheguei aqui estou me sentindo perdida. Quais são mesmo os meus propósitos? Será que eu passei a acreditar a vida toda em algo que não faz nenhum sentido? Sou tão contraditória, sou tão imatura e cheia de mim. uso tudo o que tenho tantas vezes contra mim mesma. Será que alguém que me lê já se sentiu assim? Não sei. Sei que errantimente eu sou... E no fundo o que eu preciso é de um renascimento. De uma segunda chance, mais uma vez. condenada em mim mesma é como me sinto. nesta condição de não compreensão. A cada nova tentativa esqueço que ao meu redor há apenas água. Amor líquido em um coração com dores sólidas. Assim me sinto. Preciso continuar endurecendo. Ser dura e esquecer que o amor poderá existir para mim... Eu tenho muito para dar e talvez não precise mesmo receber nada dos outros... somente ir....
quarta-feira, 28 de março de 2012
Para não esquecer Maria
Maria,
Coração cheio,
Olhar de menina.
Quem não te conhece,
Nem sabe toda a beleza que há em sua sina...
Maria,
em tantas meninas
Há sempre uma!
Mas você é tão sua que nem sei...
Maria,
Nunca pensei tanta singeleza,
Ser possível conter em um só ser.
Que chega de mansinho, e me faz
Querer estar perto de você....
Maria,
As vezes o caos! E depois a calmaria...
As vezes tão simples, em tanta nostalgia.
E viver assim, tão Maria, é o que te faz,
Ser sempre paz, ser sempre nua...
Aonde quer que vá,
Maria...
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Bom dia amor
Bom dia meu bem
Quero te contar que
Me sinto tanto quando
Você está por perto
Vejo nos olhares flores
Vejo nos abraços
Tudo o que de bom
posso achar.
Se você está perto
Me sinto certo
De que posso sonhar
E que um dia
Todo o meu amor
Poderei te dar.
Bom dia querido,
Vamos passear?
Meu Bem
As vezes eu gosto
por me fazer perder a rima
As vezes eu gosto
Por ser tão simples sem palavras
As vezes eu gosto
Por sentir em você tanta alma
As vezes eu gosto
Por ter um olhar cristalino
Mas sempre eu gosto
Por ser você e mais nada.
Eu, Inteira
O que fazer se sou assim intensa?
Se quero logo tudo e vou buscar o que é meu?
O que fazer se choro rios de lágrimas?
Se acho falso um choro que se pode conter com lenços
O que fazer se amo muito e não é cabido a mim amar aos poucos?
O que fazer se quando sofro me escondo por um dia porque sinto muito?
O que fazer se não sei fingir que tá tudo bem?
O que fazer se não sei disfarçar a minha loucura?
Se sempre mostro o que sou mesmo enquanto luto para entender-me
O que fazer se me aceito assim por inteira e não escondo quem sou?
Se não acredito em sorrisos falsos.
O que fazer se quando te digo o que sinto olho mesmo é no olho?
Porque assim entendo o que diz a sua alma e permito que leia o que quero dizer em mim.
O que fazer? Se sou assim eu toda e não nego que erro, que as vezes sofro, mas que no fim te peço perdão e corro com o coração na mão dizendo: Te amo!
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"Se o amanhã é um mistério, porque me preocupo tanto com o que ainda virá? É tão rara a calma de um olhar. Ao conversar com Deus, dobro os meus joelhos, sinto uma brisa suave. É onde encontro esta calma, este momento de alegria, que vai além de um instante, durará eternamente em mim." (Ana Catarina Braga)
Quem Vem de Lá?
Ela... Poesia concreta.. feita por mim... por nós... por quem surgir..."O que não sei dizer é mais importante do que o que eu digo." (Clarice Lispecto)


