
Não quero falar do que não sou
Não sei o que não sou...
Não quero tocar no que não existe...
Não sei aonde está..
Não quero o amor não construído...
Não posso mais carregar...
Não sou o seu precipício...
Mas quero em mim me jogar...
Não sou quem gostaria...
Mas nunca é tarde para tentar...
Não sei o que restou...
Mas quero me libertar...
Não sei de todo o amor...
Tornou-se vital me amar...
Não sei se é tudo já elaborado...
Mas estou desconstruíndo este castelo
de baralhos...
A ventania soprou...
A minha vela do amor levantou
Mesmo em um mar que parece de lama
Eu irei navegar...
E aonde você estará?
Perdido com a bússola quebrada...
Que você não soube concertar.
(sobre uma conversa desta semana)
Não sei o que não sou...
Não quero tocar no que não existe...
Não sei aonde está..
Não quero o amor não construído...
Não posso mais carregar...
Não sou o seu precipício...
Mas quero em mim me jogar...
Não sou quem gostaria...
Mas nunca é tarde para tentar...
Não sei o que restou...
Mas quero me libertar...
Não sei de todo o amor...
Tornou-se vital me amar...
Não sei se é tudo já elaborado...
Mas estou desconstruíndo este castelo
de baralhos...
A ventania soprou...
A minha vela do amor levantou
Mesmo em um mar que parece de lama
Eu irei navegar...
E aonde você estará?
Perdido com a bússola quebrada...
Que você não soube concertar.
(sobre uma conversa desta semana)
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